Si, es Miami!

Lembro sempre desse slogan quando se fala em Miami, acho que era uma propaganda. Toda visita à cidade revela algo bacana, que ora reforça, ora foge do clichê que impregnou a cidade.

Na pequenice corri atrás do Mickey, Minnie e Tia Stella Barros. Tá certo que a trilha para o mundo mágico começava com o povo caindo nas compras. Depois você descobre que essa é a tônica do universo do seu Walt. Tudo bem, todo mundo tem uma queda para o consumo, se você é pré-teen e ele envolve orelhas de rato, fica mais fácil. Comigo não foi diferente.

Miami foi a cidade das boas estréias: a primeira matéria internacional como produtora-repórter (estréia de Alexandre Pires como cantor para o mercado latino local, confirmando o clichê cucaracho da cidade) e a primeira matéria internacional como repórter on-camera (Avril Lavigne em meio ao ubber hit “Complicated”, confirmando o clichê da cidade como ponto pop).

Na primeira viagem os hotéis eram perto dos centros de compras de downtown; na segunda o destino era Miami Beach, Art Déco, a Ocean Drive e a praia, indicando que cidades muito diferentes conviviam sob um mesmo nome. (descobri mais tarde que para os locais Miami e Miami Beach são coisas muito diferentes).

De lá para cá a cidade cresceu e investiu no perfil “entretenimento adulto”: nightclubs, spas, barcos e boa vida para aqueles que puderem assim pagar. Quem não pode se contenta em viver em dólar, pode falar em espanhol que impressionantemente é mais fácil de ser ouvido na cidade que o inglês.

Perdi o WMC mas desembarquei na cidade atrás de uma boa festa. O B-Live é um evento que reúne bandas e djs, que aconteceria pela segunda vez na cidade e que tem como headliner esse ano Groove Armada. Se o destino era inicial era Miami Beach, por problemas de produção acabamos hospedados em Miami, o que obrigou um deslocamento diário de 15 minutos para lá e para cá. Mas isso não impediu de aproveitar quase toda a cidade.

Ouzo’s foi o restaurante da chegada, especializado em comida mediterrânea. Preço bom e comida bacana em South Beach. Valeu também pelos vinhos.

Segundo dia foi de muita função mas também de festa boa, graças as amigas. Depois de uma festa meio estranha, mas com uma bela vista

Chegamos ao Love Hate, um bar em Miami Beach com decoração calcada nas tatuagens oldskool. Isso porque os donos são dois tatuadores do seriado Miami Ink. Naquela noite o som estava à cargo do Dj Mateo, que tocava mash-ups e música dos anos 90.

(balcão do Love Hate)

É caro beber na gringa, você tem que deixar gorjeta a cada pedido, uma cerveja custa 5 dólares. Graças aos nossos animados garçons garantimos um teor alcóolico razoável na noite – a cada cerveja mandavam uma rodada de shots de algo que não especificado (mas bem bom) e que, ao final da noite, nosso simpático amigo da foto disse: vcs são do brasil? Isso é porra!”

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